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Agostinho Figueira
Pombo sobvoa É a minha estimada Alcunha
Quem não sente não tem coração
Uns vivem em abismos Outros em prisão Tanto física como mental
Ou ambas uns Vivem se na prisão do dinheiro Do álcool do sexo das drogas Dos consumimos Da política e da religião
Mas a prisão que vos quero falar um pouco
É a lei da reclusão
Essa prisão é um tanto ou Quanto marcante Está se longe do mundo Longe de tudo e de todos
Marca na sua profundidade
o peso dos anos a passar perda de memória Perda de cabelo
Cabelos brancos Falta de capacidade e de expressão rói por dentro do ser humano como um ácido
Marca mais alguns do que outros Fica um vazio do qual os anos se encarregam de preencher
Sofre se longe da mulher e dos filhos e dos pais Em geral da família e daqueles dias longos e compridos que parecem não ter fim
Este viver é comparado por alguns a um visitar e a outros a um esboçar de pensamentos e sonhos que com o cair do dia tornam nuvens és pressas e escuras como a noite que cai
Um dia tem vinte e quatro horas Para quem os sente é comparado a um mês e custa a passar
Resume se apenas a dor Sofrimento
Entre muros existe outras prisões a mente fica presa A certos pensamentos Ideias e sonhos
Dói mais para alguns do que para outros uns ficam um tanto loucos e outros um tanto poetas um tanto vazios sem fim e sem palavras a prisão resume se a dor só ferimento vergonha
Os que me segem e estao apoiar
um abraco do pombo sempre voar
Pombo sobvoa É a minha estimada Alcunha
Quem não sente não tem coração
Uns vivem em abismos Outros em prisão Tanto física como mental
Ou ambas uns Vivem se na prisão do dinheiro Do álcool do sexo das drogas Dos consumimos Da política e da religião
Mas a prisão que vos quero falar um pouco
É a lei da reclusão
Essa prisão é um tanto ou Quanto marcante Está se longe do mundo Longe de tudo e de todos
Marca na sua profundidade
o peso dos anos a passar perda de memória Perda de cabelo
Cabelos brancos Falta de capacidade e de expressão rói por dentro do ser humano como um ácido
Marca mais alguns do que outros Fica um vazio do qual os anos se encarregam de preencher
Sofre se longe da mulher e dos filhos e dos pais Em geral da família e daqueles dias longos e compridos que parecem não ter fim
Este viver é comparado por alguns a um visitar e a outros a um esboçar de pensamentos e sonhos que com o cair do dia tornam nuvens és pressas e escuras como a noite que cai
Um dia tem vinte e quatro horas Para quem os sente é comparado a um mês e custa a passar
Resume se apenas a dor Sofrimento
Entre muros existe outras prisões a mente fica presa A certos pensamentos Ideias e sonhos
Dói mais para alguns do que para outros uns ficam um tanto loucos e outros um tanto poetas um tanto vazios sem fim e sem palavras a prisão resume se a dor só ferimento vergonha
Os que me segem e estao apoiar
um abraco do pombo sempre voar