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A cantora, compositora, percussionista e diretora musical Alexandra Pessoa (@alexandrapessoamusica) lança seu novo EP “Peixa Suburbana”, que é ao mesmo tempo um mergulho nas suas raízes e uma ode poética ao Subúrbio Ferroviário de Salvador. Com mais de 20 anos de trajetória na música, Alexandra celebra sua história, vivências e identidade através de canções que transitam entre o afro-baiano, o pop e as memórias da infância no Subúrbio Ferroviário de Salvador.
“O Peixa Suburbana chega pra revisitar minhas memórias, chamei de baile arqueológico dos afetos. É um mariscar profundo das minhas histórias vividas na região, afirma Alexandra.
A inspiração para o EP começou a tomar forma durante a pandemia, quando a artista compôs “Matripotência” e, logo após, teve contato com pesquisas sobre o Sambaqui da Pedra Oca (atualmente chamado de Fazendinha), localizado em Periperi – próximo à casa onde viveu na infância. A partir daí, Alexandra se reconectou com a ancestralidade afro-indígena presente na região suburbana e passou a explorar musicalmente esse território simbólico e geográfico.
“Eu comecei a pensar que o afro e o tupi estão aqui e em toda região do subúrbio ferroviário, e sou feita disso. Foi o que me formou”, explica a artista. As faixas do EP transitam por temáticas como o mar, os sonhos, os bairros do subúrbio e questões sociais como o machismo, o meio ambiente e a marginalização dos territórios periféricos. Tudo isso a partir do seu olhar sensível e voz potente.
“O Peixa Suburbana chega pra revisitar minhas memórias, chamei de baile arqueológico dos afetos. É um mariscar profundo das minhas histórias vividas na região, afirma Alexandra.
A inspiração para o EP começou a tomar forma durante a pandemia, quando a artista compôs “Matripotência” e, logo após, teve contato com pesquisas sobre o Sambaqui da Pedra Oca (atualmente chamado de Fazendinha), localizado em Periperi – próximo à casa onde viveu na infância. A partir daí, Alexandra se reconectou com a ancestralidade afro-indígena presente na região suburbana e passou a explorar musicalmente esse território simbólico e geográfico.
“Eu comecei a pensar que o afro e o tupi estão aqui e em toda região do subúrbio ferroviário, e sou feita disso. Foi o que me formou”, explica a artista. As faixas do EP transitam por temáticas como o mar, os sonhos, os bairros do subúrbio e questões sociais como o machismo, o meio ambiente e a marginalização dos territórios periféricos. Tudo isso a partir do seu olhar sensível e voz potente.
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