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Desci à terra à beira do mar da Figueira-da-Foz, para vir enamorar-me nos montes e vales, inspirada pelo vento. Levada pela mesma corrente das sementes, amadureci bons tempos em trabalhos de escuta no leito do Rio dos Mouros e no quintal da minha avó Odete, de frente para os arrozais. Entre sonhos que fui recebendo e os que fui construindo, entre sagradas partilhas junto dos animais e o universo vivo, entre ciclos e o feliz reencontro com a minha integridade, broto no mundo o meu primeiro sopro de luz “Meditações de Uma Seara em Cura”. Caminho de sorriso dado às crianças e mãos abertas à comunidade, eternamente erguida de esperança.