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Os Arcos nasceram sob o olhar atento de "Arco ao Meio". Dois barcos com as velas encharcadas cruzaram-se, unindo forças. Numa imensidão de jovens sem rumo ou propósito, estes cinco seres humanos fundiram os seus sons, tentando dar sentido à amargura de viver.
"Acordar, Trabalhar e Morrer" é a trindade que assusta os jovens. Ninguém quer trabalhar porque ninguém quer ser infeliz. Adiar o inevitável parece ser a única opção. Quando o propósito falta, a vida torna-se um terreno de ceticismo e é para enfrentar essa condição que o barulho e a música servem como válvulas de escape, distraindo-nos da nossa realidade.
PORTANTO, VAMOS TOCAR, CANTAR, GRITAR, DANÇAR, SALTAR, FORNICAR. VAMOS SER ENERGIA E DISTRAIR-NOS UNS AOS OUTROS PARA NOS MANTERMOS FELIZES.
Camila Martins, vocalista da banda, iniciou o projeto reunindo os membros um a um. Encontrou os ritmos de Fábio Lopes na faculdade, as guitarras de Miguel Lima, e, mais tarde, o baixo de Ivo Maia, numa noite casual no Arco ao Meio. Em poucos meses, vários temas originais estavam prontos e a banda já dava concertos em faculdades e bares pelo Porto.
Vindo diretamente do Brasil, o guitarrista Bruno Miranda conheceu Ivo Maia no meio musical da FLUP e juntou-se à banda, acrescentando mais uma alma ao corpo dos Arcos.
Os Arcos comprometem-se a falar da incerteza e do medo do futuro, através de música e alegria. Somos uma alternativa ao álcool, mas também combinamos bem com ele.
thisisarcus@gmail.com
"Acordar, Trabalhar e Morrer" é a trindade que assusta os jovens. Ninguém quer trabalhar porque ninguém quer ser infeliz. Adiar o inevitável parece ser a única opção. Quando o propósito falta, a vida torna-se um terreno de ceticismo e é para enfrentar essa condição que o barulho e a música servem como válvulas de escape, distraindo-nos da nossa realidade.
PORTANTO, VAMOS TOCAR, CANTAR, GRITAR, DANÇAR, SALTAR, FORNICAR. VAMOS SER ENERGIA E DISTRAIR-NOS UNS AOS OUTROS PARA NOS MANTERMOS FELIZES.
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