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Sou essa taça vazia/Sou uma tempestade/Que pinta todo o céu de cinza - “Assim Falou Zaratustra”, primeira faixa do novo disco da Atalhos, aponta para seus caminhos que cruzam música e literatura. Inspirado no terceiro livro de memórias da escritora e filósofa francesa Simone de Beauvoir, “A Força das Coisas” é um álbum consistente, expandindo ainda mais a sonoridade onírica característica da banda. “A Força das Coisas” (Costa Futuro - ESP) chega nas plataformas de música no dia 24 de junho de 2025.
Ao longo de suas oito faixas, o disco não só une linguagens artísticas como mescla línguas, contando com canções em português e espanhol e reunindo participações de artistas latino-americanos, caso de Franco Ocampo, do projeto paraguaio @El Culto Casero, e Ives Sepúlveda, do duo chinelo @The Holydrug Couple, presentes na já lançada Delirios en Paraguay, e da cantora chilena @Antonia Navarro, que participa da inédita “Anjo Mau”.
Novos elementos sonoros foram incorporados ao álbum, somando à sonoridade dream pop do disco anterior (o elogiado “A Tentação do Fracasso) beats de drum machine, percussões, guitarras distorcidas que remetem ao rock dos anos 90, e trazendo ainda o violão como protagonista de algumas canções, que ora caminham por largos oito minutos, para a padronagem atual, ora funcionam quase como vinhetas de pouco mais de dois minutos. Tudo no seu tempo e compondo a atmosfera autobiográfica, reflexiva e sonhadora da obra.
Ao longo de suas oito faixas, o disco não só une linguagens artísticas como mescla línguas, contando com canções em português e espanhol e reunindo participações de artistas latino-americanos, caso de Franco Ocampo, do projeto paraguaio @El Culto Casero, e Ives Sepúlveda, do duo chinelo @The Holydrug Couple, presentes na já lançada Delirios en Paraguay, e da cantora chilena @Antonia Navarro, que participa da inédita “Anjo Mau”.
Novos elementos sonoros foram incorporados ao álbum, somando à sonoridade dream pop do disco anterior (o elogiado “A Tentação do Fracasso) beats de drum machine, percussões, guitarras distorcidas que remetem ao rock dos anos 90, e trazendo ainda o violão como protagonista de algumas canções, que ora caminham por largos oito minutos, para a padronagem atual, ora funcionam quase como vinhetas de pouco mais de dois minutos. Tudo no seu tempo e compondo a atmosfera autobiográfica, reflexiva e sonhadora da obra.
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