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Após se destacar no cenário independente norte-mineiro como a banda Clara, Azul é a Cor de Netuno se reapresenta ao público com a mesma formação, porém novo nome e sonoridade inédita, agora incorporando as influências indie e folk às suas primeiras canções autorais. Assumindo a inspiração espacial, o grupo vai da calmaria à intensidade no single e clipe “Estelar”.
A singeleza da canção que a banda escolheu para iniciar essa nova jornada é, também, um reflexo da própria “Estelar”, uma faixa sobre a nossa pequeneza diante da vastidão do universo. A composição da guitarrista Michelle Marques acabou por inspirar o novo nome do projeto, composto também por Pedro Emanuel (voz e violão), Hugo Silva (baixo) e pelos irmãos Matheus Leite (voz e bateria) e Maria Clara Leite (voz).
“‘Estelar’ é sobre como até mesmo as estrelas que vemos no céu já nem estão lá mais de verdade, e sobre perguntar ‘como em um universo tão grande pode existir somente nós aqui neste planetinha azul?’ Então é uma música que traz todos esses questionamentos, sobre vida e sobre tempo, e diante disso tudo o que é importante de fato na vida? ‘Estelar’ traz perguntas e as respostas podem estar dentro de cada um que escuta essa música”, resume Michelle.
Agora, Azul é a Cor de Netuno se apresenta como um dos novos sons da efervescente cena mineira. De sua encarnação anterior, resta a clareza de quem tem muito a dizer - e olha para o horizonte em busca de respostas.
A singeleza da canção que a banda escolheu para iniciar essa nova jornada é, também, um reflexo da própria “Estelar”, uma faixa sobre a nossa pequeneza diante da vastidão do universo. A composição da guitarrista Michelle Marques acabou por inspirar o novo nome do projeto, composto também por Pedro Emanuel (voz e violão), Hugo Silva (baixo) e pelos irmãos Matheus Leite (voz e bateria) e Maria Clara Leite (voz).
“‘Estelar’ é sobre como até mesmo as estrelas que vemos no céu já nem estão lá mais de verdade, e sobre perguntar ‘como em um universo tão grande pode existir somente nós aqui neste planetinha azul?’ Então é uma música que traz todos esses questionamentos, sobre vida e sobre tempo, e diante disso tudo o que é importante de fato na vida? ‘Estelar’ traz perguntas e as respostas podem estar dentro de cada um que escuta essa música”, resume Michelle.
Agora, Azul é a Cor de Netuno se apresenta como um dos novos sons da efervescente cena mineira. De sua encarnação anterior, resta a clareza de quem tem muito a dizer - e olha para o horizonte em busca de respostas.