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Formada em 2009, a Benjamin consolidou-se dentro da ideia de síntese entre os elementos que fazem parte de suas trajetórias musicais. Embora cada integrante fosse assumindo suas próprias referências, conseguiu-se encontrar uma intersecção entre todas elas, e disso resultou a identidade da banda como conjunto; ou seja, longe de gerar certa “incomunicabilidade” pelas diferenças, o que se viu foi a colaboração coletiva de influências em busca de uma unidade plural.
A unidade plural mencionada está na composição variada, na qual não se esgota em canções de protesto ou letras de amor. A realidade, na sua complexidade e simultaneidade, tenta ser apanhada o tempo inteiro. Portanto, não se surpreenderão os ouvintes se após ouvirem o ritmo da marcha carnavalesca, depararem-se com um cordel sobre Zumbi ou pop de roda de violão. Pode ser ainda que no final da lista esteja um reggae de protesto ao preconceito sexual, racial e religioso; ou pode ser que acabe com um tipo de jazz tratando dos enredos de Machado de Assis.
Esse processo sempre foi espontâneo, talvez pelo respeito a qualquer gênero musical, talvez pelo desinteresse consciente sobre as dicotomias preconceituosas entre “popular e erudito” ou “certo e errado”. A intenção é transitar sobre todos os ambientes que a música pode oferecer, ignorando rótulos e compreendo que, se existem fronteiras dentro da canção (uma questão de perspectiva), elas podem se dialogar e se completar.
A unidade plural mencionada está na composição variada, na qual não se esgota em canções de protesto ou letras de amor. A realidade, na sua complexidade e simultaneidade, tenta ser apanhada o tempo inteiro. Portanto, não se surpreenderão os ouvintes se após ouvirem o ritmo da marcha carnavalesca, depararem-se com um cordel sobre Zumbi ou pop de roda de violão. Pode ser ainda que no final da lista esteja um reggae de protesto ao preconceito sexual, racial e religioso; ou pode ser que acabe com um tipo de jazz tratando dos enredos de Machado de Assis.
Esse processo sempre foi espontâneo, talvez pelo respeito a qualquer gênero musical, talvez pelo desinteresse consciente sobre as dicotomias preconceituosas entre “popular e erudito” ou “certo e errado”. A intenção é transitar sobre todos os ambientes que a música pode oferecer, ignorando rótulos e compreendo que, se existem fronteiras dentro da canção (uma questão de perspectiva), elas podem se dialogar e se completar.
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