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Desde 2010, o Contraponto toca em temas como desigualdade social, preconceito e violência de uma forma diferente. Buscando sempre a politização dos espaços em que atua, a banda tem como temática as lutas da classe trabalhadora e da juventude e a construção do socialismo libertário.
Em 2014, a banda lançou a demo “Barbárie”; em formato digital e abriu o show da banda Punch (EUA). Em julho de 2016, lança o álbum “Só A Luta Muda A Vida” em formato digital. Em dezembro de 2018, a banda lança o álbum “Pagando o Pato”. Em 2022, a banda lança o álbum semi-conceitual “Sentimentos Modernos”, retratando o tédio, a exploração e a ansiedade da classe trabalhadora em um contexto de precarização da vida. Em 2024, as origens da banda no fastcore, grind punk e emo são misturadas ao já consolidado crust praticado pela banda, em seu novo álbum “Futuro Sem Cor”, marcado liricamente pela crítica às condições desumanas de trabalho e à crise climática.
Com experiência de participação em grandes festivais underground, como Psica Festival, Fabrikaos e Rock Rio Guamá, o conjunto traz apresentações energéticas e que fazem refletir sobre a realidade social, com muita crítica e um som pesado e rápido.
As principais influências da banda são bandas dos gêneros crust punk, grindcore, praticando uma sonoridade que transita entre o tradicional crust e influências das mais variadas escolas da música pesada.
Contraponto é:
Paulo Wallace - guitarra e voz
Laura Silveira - baixo
Felipe Sales - bateria
Em 2014, a banda lançou a demo “Barbárie”; em formato digital e abriu o show da banda Punch (EUA). Em julho de 2016, lança o álbum “Só A Luta Muda A Vida” em formato digital. Em dezembro de 2018, a banda lança o álbum “Pagando o Pato”. Em 2022, a banda lança o álbum semi-conceitual “Sentimentos Modernos”, retratando o tédio, a exploração e a ansiedade da classe trabalhadora em um contexto de precarização da vida. Em 2024, as origens da banda no fastcore, grind punk e emo são misturadas ao já consolidado crust praticado pela banda, em seu novo álbum “Futuro Sem Cor”, marcado liricamente pela crítica às condições desumanas de trabalho e à crise climática.
Com experiência de participação em grandes festivais underground, como Psica Festival, Fabrikaos e Rock Rio Guamá, o conjunto traz apresentações energéticas e que fazem refletir sobre a realidade social, com muita crítica e um som pesado e rápido.
As principais influências da banda são bandas dos gêneros crust punk, grindcore, praticando uma sonoridade que transita entre o tradicional crust e influências das mais variadas escolas da música pesada.
Contraponto é:
Paulo Wallace - guitarra e voz
Laura Silveira - baixo
Felipe Sales - bateria