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Respirando. Equilíbrio. Os sentimentos do corpo fluem como água. Cris se apaixonou pelo Kum Nye em mindfulness - massagem interna no corpo em consciência plena. A segunda paixão foi a música.
A energia fluindo leve, nova, solta, brincando com ela no espaço e passeando com a respiração em movimentos gentis, conscientes e transformadores. “- A gente se abre. A gente se permite momentos de mais quietude, de autocuidado, saímos do automático, desaceleramos, nos abrimos ao novo, ao que é diferente e único, aí vem uma coragem imensa que vai de frente pro desconhecido.” Cris relata. O que o corpo quer nos dizer com tanta sabedoria? Inspirando vida, expirando paz. Deixa sair. Tudo tem um pulsar, contrai, expande, abre, fecha, vai e volta….e foi sentindo tudo isso que a vontade de cantar veio de volta para a Cris. “- Era uma das maneiras de expressar o que estava bem lá dentro da gente, as nossas mais puras verdades.” - completa. Foi natural, aí tudo fluiu, Cris começou a compor, sem resistir, sem julgar. “- Acho que consegui deixar sair bastante coisa de dentro de mim, da minha história. Como é bom compor, criar, vem uma verdade que me transporta de volta pra mim mesma, pra minha essência - é como um bate-volta, sabe? - Aí expande e voa longe, leve e livre, pra quem quiser, pro mundo.”
“- Me senti honrada pela oportunidade de ter seres musicais de tanto talento e sensibilidade para completar as minhas intenções. Estou muito feliz.” - finaliza.
A energia fluindo leve, nova, solta, brincando com ela no espaço e passeando com a respiração em movimentos gentis, conscientes e transformadores. “- A gente se abre. A gente se permite momentos de mais quietude, de autocuidado, saímos do automático, desaceleramos, nos abrimos ao novo, ao que é diferente e único, aí vem uma coragem imensa que vai de frente pro desconhecido.” Cris relata. O que o corpo quer nos dizer com tanta sabedoria? Inspirando vida, expirando paz. Deixa sair. Tudo tem um pulsar, contrai, expande, abre, fecha, vai e volta….e foi sentindo tudo isso que a vontade de cantar veio de volta para a Cris. “- Era uma das maneiras de expressar o que estava bem lá dentro da gente, as nossas mais puras verdades.” - completa. Foi natural, aí tudo fluiu, Cris começou a compor, sem resistir, sem julgar. “- Acho que consegui deixar sair bastante coisa de dentro de mim, da minha história. Como é bom compor, criar, vem uma verdade que me transporta de volta pra mim mesma, pra minha essência - é como um bate-volta, sabe? - Aí expande e voa longe, leve e livre, pra quem quiser, pro mundo.”
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