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Igor Gil, mais conhecido por “Gílcifer”, tem 25 anos e é de Mesquita, Baixada Fluminense do estado do Rio.
Gílcifer começou a se envolver com música bem novo, ganhou um discman que sua avó trouxe do Paraguai quando tinha apenas 11 anos. "Eu só tinha 2 cds, Charlie Brown Jr e O Rappa. Com 16 anos saiu da casa de seus pais e foi enfrentar sua jornada sozinho no subúrbio do rio. "Passei inúmeros perrengues, não tinha noção de nada da vida, a música me salvou" disse Gílcifer. Quando conheceu o rap em si lá pelo ano de 2007 não consumia como começou a consumir morando sozinho, "Eu tava adentrando ao mundo da cultura hip hop, indo pro centro da cidade, rodas de rima, eventos culturais, sarais poéticos, exposições, eventos de ocupação, expandindo meus horizontes e divergindo o que escutava." No ano de 2012 começou a frequentar um studio na comunidade da área “Chatuba de Mesquita”, gravou suas primeiras faixas no estilo Lo-Fi. No ano de 2015 iniciou num grupo também da Baixada Fluminense, no mesmo ano também iniciou com o studio “For Real” na Tijuca. "No ano de 2019 foquei apenas nos meu solos em parceria com o CEO do Selo “CDOne Records", Léo Souza." Que eram captados, mixados e masterizados na “For Real” e distribuídos pelo Selo. O ano de 2020 foi o início da minha carreira digital em termos de “Streaming”
Gílcifer começou a se envolver com música bem novo, ganhou um discman que sua avó trouxe do Paraguai quando tinha apenas 11 anos. "Eu só tinha 2 cds, Charlie Brown Jr e O Rappa. Com 16 anos saiu da casa de seus pais e foi enfrentar sua jornada sozinho no subúrbio do rio. "Passei inúmeros perrengues, não tinha noção de nada da vida, a música me salvou" disse Gílcifer. Quando conheceu o rap em si lá pelo ano de 2007 não consumia como começou a consumir morando sozinho, "Eu tava adentrando ao mundo da cultura hip hop, indo pro centro da cidade, rodas de rima, eventos culturais, sarais poéticos, exposições, eventos de ocupação, expandindo meus horizontes e divergindo o que escutava." No ano de 2012 começou a frequentar um studio na comunidade da área “Chatuba de Mesquita”, gravou suas primeiras faixas no estilo Lo-Fi. No ano de 2015 iniciou num grupo também da Baixada Fluminense, no mesmo ano também iniciou com o studio “For Real” na Tijuca. "No ano de 2019 foquei apenas nos meu solos em parceria com o CEO do Selo “CDOne Records", Léo Souza." Que eram captados, mixados e masterizados na “For Real” e distribuídos pelo Selo. O ano de 2020 foi o início da minha carreira digital em termos de “Streaming”