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Kohva é um projeto étnico-músico-social, fundado em 2017 na cidade de Parintins, interior do Amazonas.
Com objetivo de destacar e defender o valor e importância da cultura indígena dentro do ambiente social contemporâneo, trabalham-se conceitos em som e grafia: em Satere Maue, kohva”t significa isto/isso/este/esse, segundo Lourival Satere. Em português, provém do fonema "cova" remetendo ao significado de buraco, utilizado para fins de semeadura e enterro, em uma interpretação de constante renascença, onde o chão serve de base para relações transformadoras da matéria - corpo/adubo; semente/árvore - em manutenção do ciclo da vida a renovar-se.
Em 2019, foi lançado o primeiro trabalho intitulado "Balas e Flechas", contando com 9 faixas, disponíveis no YouTube.
Em abril deste ano, lançou o álbum denominado "Resíduo da Alma", que contém 10 faixas, e está disponível em todas as plataformas de streaming.
Embasados no conceito de decolonização do pensar e quebra do ideal romantizado da história brasileira, os álbuns unem os subgêneros do metal extremo com a cultura indígena, em uma aura ritualística em conjunto com a semiótica sonora, remetente à etnicidade tradicional.
Com objetivo de destacar e defender o valor e importância da cultura indígena dentro do ambiente social contemporâneo, trabalham-se conceitos em som e grafia: em Satere Maue, kohva”t significa isto/isso/este/esse, segundo Lourival Satere. Em português, provém do fonema "cova" remetendo ao significado de buraco, utilizado para fins de semeadura e enterro, em uma interpretação de constante renascença, onde o chão serve de base para relações transformadoras da matéria - corpo/adubo; semente/árvore - em manutenção do ciclo da vida a renovar-se.
Em 2019, foi lançado o primeiro trabalho intitulado "Balas e Flechas", contando com 9 faixas, disponíveis no YouTube.
Em abril deste ano, lançou o álbum denominado "Resíduo da Alma", que contém 10 faixas, e está disponível em todas as plataformas de streaming.
Embasados no conceito de decolonização do pensar e quebra do ideal romantizado da história brasileira, os álbuns unem os subgêneros do metal extremo com a cultura indígena, em uma aura ritualística em conjunto com a semiótica sonora, remetente à etnicidade tradicional.