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Quando não há nada, encontra-se sempre mais do que se estaria à espera. Entre paisagens desprovidas de sentimento mas providas de textura, encontra-se o nosso refúgio.
A filosofia destrutiva e pessimista da interpretação é assim camuflada com entoações e melodias cantantes tornando assim este álbum uma fusão de belos riffs, com pesados e marcados beats de bateria.
As constastes oscilações de dinâmicas e mudanças abruptas de tempo estabelecem o limbo entre a calma e o caos, sentimentos os quais causam um agradável massacre psicológico.
“Nada Cénico”, enaltece e exagera todos sentimentos humanos, desde os mais banais até aos mais invulgares, tornando-se assim um lugar seguro para a libertação de emoções e da viagem conjunta pela solidão constante presente em nós.
Este álbum é uma tela em branco, fica ao encargo do espectador delinear o seu próprio percurso durante esta viagem atribulado, entre paisagens verdejantes, ao encanto do mar até ao fundo de um escuro poço.
Tudo é possível, tudo é valido, tudo e nada coexiste no mesmo universo auditivo, criando assim a possibilidade de uma mancha abstrata no nosso mundo utópico.
Assim é, "Nada Cénico".
Já com dois EP editados, e em formato 3.0, afirmam-se como uma banda de Post/Art Rock (em formato trio).
A filosofia destrutiva e pessimista da interpretação é assim camuflada com entoações e melodias cantantes tornando assim este álbum uma fusão de belos riffs, com pesados e marcados beats de bateria.
As constastes oscilações de dinâmicas e mudanças abruptas de tempo estabelecem o limbo entre a calma e o caos, sentimentos os quais causam um agradável massacre psicológico.
“Nada Cénico”, enaltece e exagera todos sentimentos humanos, desde os mais banais até aos mais invulgares, tornando-se assim um lugar seguro para a libertação de emoções e da viagem conjunta pela solidão constante presente em nós.
Este álbum é uma tela em branco, fica ao encargo do espectador delinear o seu próprio percurso durante esta viagem atribulado, entre paisagens verdejantes, ao encanto do mar até ao fundo de um escuro poço.
Tudo é possível, tudo é valido, tudo e nada coexiste no mesmo universo auditivo, criando assim a possibilidade de uma mancha abstrata no nosso mundo utópico.
Assim é, "Nada Cénico".
Já com dois EP editados, e em formato 3.0, afirmam-se como uma banda de Post/Art Rock (em formato trio).