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Mc Clandestina é compositora, mestre de cerimônia e produtora cultural que em suas letras aborda o feminismo, autonomia e vivências das mulheres.
Conhecida também como Suzi, Clandestina nasceu em Maringá-PR, aonde em 2013 surgia o inicio da Batalha da V.O., em que frequentava junto com muitas amizades que inspiraram e incentivaram a começar a batalhar em rodas de rap, assim surgindo um convite para gravar seu primeiro som: Mãe solo, um boombap que fala sobre a vivência de mulheres mães solos que Suzi conhece. Em 2014, Clandestina se mudou para Florianópolis, aonde começou a frequentar as diversas batalhas, até que um dia a maioria das mulheres mcs cansadas do machismo e preconceito presente na cultura, resolveram construir uma batalha feminina, a Batalha das Mina. Com ela, Clandestina ajudou a fortificar a sua identidade, fazendo parte do Coletivo Trama Feminina, um grupo de 11 mulheres que se apresentavam entre rimas e poesias e fez parte do coletivo de produção musical Dissemina. Clandestina continuou a compor rap mas não queria perder a lembrança das rimas de funk proibidão que rolava ao final da batalha das mina, então criou coragem e lançou seu primeiro hit proibidão: Sento na sua cara, com quase 10 mil visualizações no yt.
Depois ninguém segurou mais e vários sons foram lançados como Gps de Bct, Encaixa Bumbum, Senta e abandona. E agora tem promessa com um EP vindo ai.... Aguardem!
Conhecida também como Suzi, Clandestina nasceu em Maringá-PR, aonde em 2013 surgia o inicio da Batalha da V.O., em que frequentava junto com muitas amizades que inspiraram e incentivaram a começar a batalhar em rodas de rap, assim surgindo um convite para gravar seu primeiro som: Mãe solo, um boombap que fala sobre a vivência de mulheres mães solos que Suzi conhece. Em 2014, Clandestina se mudou para Florianópolis, aonde começou a frequentar as diversas batalhas, até que um dia a maioria das mulheres mcs cansadas do machismo e preconceito presente na cultura, resolveram construir uma batalha feminina, a Batalha das Mina. Com ela, Clandestina ajudou a fortificar a sua identidade, fazendo parte do Coletivo Trama Feminina, um grupo de 11 mulheres que se apresentavam entre rimas e poesias e fez parte do coletivo de produção musical Dissemina. Clandestina continuou a compor rap mas não queria perder a lembrança das rimas de funk proibidão que rolava ao final da batalha das mina, então criou coragem e lançou seu primeiro hit proibidão: Sento na sua cara, com quase 10 mil visualizações no yt.
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