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Meroscke nasceu onde muitos desistem, mas escolheu resistir. Cria da comunidade Guacha do Redentor, em Belford Roxo, cresceu cercado por violência, ausência e desafios. Nunca teve nada fácil, mas sempre acreditou que podia conquistar tudo.
Carrega cicatrizes invisíveis. Traumas que o impulsionam a ser melhor, mesmo trazendo à tona dores que enfrenta diariamente — a busca por pertencimento, a luta contra a pobreza e a esperança de deixar uma marca no mundo.
Cria de comunidade, encontrou na base cristã e na igreja o primeiro contato com a música. Aos 12, começou a escrever louvores. Aos 15, conheceu o rap no ensino médio. No início, ouvia apenas nomes do rap gospel como Ao Cubo, Pregador Luo, DJ Alpiste e Thalles Roberto.
Aos 19 anos, a morte do pai mudou tudo. A revolta, a dor e as perguntas sem resposta transbordaram. Suas letras já não cabiam na linguagem de antes. Era preciso falar sobre a realidade crua que o cercava:
A revolta contra o a estado, a luta contra o racismo e a desigualdade a sua volta.
Somente aos 25 anos teve coragem de se mostrar por completo no rap. Desde então, segue rimando suas vivências, suas dores e amores, buscando reconhecimento e o próprio lugar ao sol.
Meroscke não é só um artista. É um sobrevivente. É alguém que aprendeu a transformar dor em poesia, fé em força e realidade em arte. Quem escuta, sente. Quem sente, entende.
Carrega cicatrizes invisíveis. Traumas que o impulsionam a ser melhor, mesmo trazendo à tona dores que enfrenta diariamente — a busca por pertencimento, a luta contra a pobreza e a esperança de deixar uma marca no mundo.
Cria de comunidade, encontrou na base cristã e na igreja o primeiro contato com a música. Aos 12, começou a escrever louvores. Aos 15, conheceu o rap no ensino médio. No início, ouvia apenas nomes do rap gospel como Ao Cubo, Pregador Luo, DJ Alpiste e Thalles Roberto.
Aos 19 anos, a morte do pai mudou tudo. A revolta, a dor e as perguntas sem resposta transbordaram. Suas letras já não cabiam na linguagem de antes. Era preciso falar sobre a realidade crua que o cercava:
A revolta contra o a estado, a luta contra o racismo e a desigualdade a sua volta.
Somente aos 25 anos teve coragem de se mostrar por completo no rap. Desde então, segue rimando suas vivências, suas dores e amores, buscando reconhecimento e o próprio lugar ao sol.
Meroscke não é só um artista. É um sobrevivente. É alguém que aprendeu a transformar dor em poesia, fé em força e realidade em arte. Quem escuta, sente. Quem sente, entende.
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