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Como forma de representar a visão turva do que acontece ao seu redor, surgiu a Miopia Não Tem Cura. O grupo de Fortaleza, Ceará, que alcançou sua formação completa em 2018, se inspira em relacionamentos passados e nas experiências proporcionadas pela cidade para transformar suas influências, que vão desde o jazz de Chet Baker e do rock psicodélico do Pink Floyd até a música setentista brasileira e ao rock experimental e alternativo, em um som amalgamado e repleto de referências.
A banda, formada por Pedro Dias (baixo, guitarra e vocais), Calel Arrais (saxofone), Pedro Maia (guitarra), Marcelo Sampaio (guitarra e baixo) e Ayla Lemos (bateria e vocais), busca alcançar um sentimento visceral e imersivo dentro de suas composições, passando a sensação de profundidade e de contraste, a partir das introduções instrumentais preenchidas pelo sopro e pelas cordas, dos vocais que passeiam entre a suavidade e a agressividade, e das linhas de bateria contínuas e consistentes, que trazem referências do samba e do jazz para tornarem o som mais diversificado e volátil.
'Pressa e Espaço', o primeiro EP da banda, foi gravado com o grupo ainda em sua formação original. As linhas de bateria foram desenvolvidas e gravadas por João Vitor Oliveira, que, posteriormente, passou a estudar bateria na Berklee College of Music em Boston, Massachusetts.
A banda, formada por Pedro Dias (baixo, guitarra e vocais), Calel Arrais (saxofone), Pedro Maia (guitarra), Marcelo Sampaio (guitarra e baixo) e Ayla Lemos (bateria e vocais), busca alcançar um sentimento visceral e imersivo dentro de suas composições, passando a sensação de profundidade e de contraste, a partir das introduções instrumentais preenchidas pelo sopro e pelas cordas, dos vocais que passeiam entre a suavidade e a agressividade, e das linhas de bateria contínuas e consistentes, que trazem referências do samba e do jazz para tornarem o som mais diversificado e volátil.
'Pressa e Espaço', o primeiro EP da banda, foi gravado com o grupo ainda em sua formação original. As linhas de bateria foram desenvolvidas e gravadas por João Vitor Oliveira, que, posteriormente, passou a estudar bateria na Berklee College of Music em Boston, Massachusetts.
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