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Dizem que o som não se propaga no espaço. Um impeditivo físico, do transporte da matéria, culpa do vácuo, do vazio.
Mas o som existe por lá. E ele é sutil e desconcertante. Só é preciso estar de ouvidos e mente atentos para captar as frequências certas e contemplar essa sinfonia cósmica.
É perturbador, é espectral, é imensurável, mesmo quando é quase imperceptível.
É o som que vem do nada. É o som que vem de tudo.
E é desse ambiente caótico e introspectivo que Newoas vem.
Extrai timbres de sintetizadores analógicos que ilustram um cenário espacial e retrofuturista. As estruturações de bateria trazem elementos do dub, electro e do techno. Linhas melódicas e arpejos dialogam enquanto camadas de synth são empilhadas e destruídas.
E, ao lado de Obtuso, modula o selo The Sound of Space.
Mas o som existe por lá. E ele é sutil e desconcertante. Só é preciso estar de ouvidos e mente atentos para captar as frequências certas e contemplar essa sinfonia cósmica.
É perturbador, é espectral, é imensurável, mesmo quando é quase imperceptível.
É o som que vem do nada. É o som que vem de tudo.
E é desse ambiente caótico e introspectivo que Newoas vem.
Extrai timbres de sintetizadores analógicos que ilustram um cenário espacial e retrofuturista. As estruturações de bateria trazem elementos do dub, electro e do techno. Linhas melódicas e arpejos dialogam enquanto camadas de synth são empilhadas e destruídas.
E, ao lado de Obtuso, modula o selo The Sound of Space.