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Somos o grito de resistência contra as máquinas. Somos o bando de jovens, que, munidos de quase nada, fazem música e afrontam a criação de ícones pela indústria musical.
Temos vários membros. Estamos por toda parte.
Nós somos as crianças da noite.
Os nossos amigos já estão todos mortos. Mauro Nunes também está morto.
Agora, coroado pelo Rei de Amarelo, o Caos abraça uma sonoridade completamente diferente, estranha e sombria.
O tempo é um círculo plano. Tudo o que cantamos no passado, no presente e ainda cantaremos no futuro é uma sobreposição de matéria em um disco, onde todas as nossas dimensões se resumem a isso. O espaço-tempo dando voltas e voltas no disco, eternamente ocupando uma sobreposição de onde já estivemos, e ainda vamos estar. O tempo é somente mais uma ilusão em nossas mentes.
Eu estive em Carcosa.
Ao longo da costa as ondas das nuvens quebram,
Os sóis gêmeos afundam atrás do lago,
As sombras se alongam
Em Carcosa.
Estranha é a noite onde nascem estrelas negras,
E estranhas luas circulam pelos céus
Mas ainda mais estranho é
Perdida Carcosa.
Canções que as Hiades cantarão,
Onde batem os farrapos do Rei,
Deve morrer sem ser ouvido
Ofuscada Carcosa.
Canção da minha alma, minha voz está morta;
Morra, não cantado, como lágrimas não derramadas
Secará e morrerá em
Carcosa perdida.
Temos vários membros. Estamos por toda parte.
Nós somos as crianças da noite.
Os nossos amigos já estão todos mortos. Mauro Nunes também está morto.
Agora, coroado pelo Rei de Amarelo, o Caos abraça uma sonoridade completamente diferente, estranha e sombria.
O tempo é um círculo plano. Tudo o que cantamos no passado, no presente e ainda cantaremos no futuro é uma sobreposição de matéria em um disco, onde todas as nossas dimensões se resumem a isso. O espaço-tempo dando voltas e voltas no disco, eternamente ocupando uma sobreposição de onde já estivemos, e ainda vamos estar. O tempo é somente mais uma ilusão em nossas mentes.
Eu estive em Carcosa.
Ao longo da costa as ondas das nuvens quebram,
Os sóis gêmeos afundam atrás do lago,
As sombras se alongam
Em Carcosa.
Estranha é a noite onde nascem estrelas negras,
E estranhas luas circulam pelos céus
Mas ainda mais estranho é
Perdida Carcosa.
Canções que as Hiades cantarão,
Onde batem os farrapos do Rei,
Deve morrer sem ser ouvido
Ofuscada Carcosa.
Canção da minha alma, minha voz está morta;
Morra, não cantado, como lágrimas não derramadas
Secará e morrerá em
Carcosa perdida.