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Eu sou rapper por amor, percussionista de formação, modelo por acidente e não menos importante, neto do Viludinho e cria da Baixada Fluminense.
A minha história começa vendo meu avô, Norival Fidelis, conhecido como “Viludinho Compositor” compor e ser campeão de sambas de enredo e terreiro, nos anos 90. Aprendi a fazer música com ele.
Aos 12 anos, tendo ciência que não seria um bom jogador de futebol, decidi que seria um bom músico e desde então estou nessa.
Enquanto rapper, escrevo desde os 12 anos, quando também comecei tocar samba de forma amadora. Aos 14 virei um profissional da música e o samba me levou pras estradas do Brasil. Aos 27, decidi testar esse negócio de cantar minhas músicas. Pedi licença pro samba, dei um passo pro lado e hoje, aos 36, estou prestes a lançar primeiro disco, nomeado:
“Quem Sempre Teve Tudo Nunca Vai Entender”
Em 2021, lancei um EP de nome “AFROMANOTROPICAL”, que me fez chegar em algumas cidades de SP, MG e RJ. Antes e após o EP, alguns singles e feats também foram lançados com artistas como Samuca e a Selva, Bia Ferreira e Vinicius Preto, que me botaram em grandes palcos, como Casa Natura Musical, Circo Voador, Sesc’s Pompeia, Pinheros e Ribeirão Preto e Centro Cultural Rio Verde.
Com a chegada do novo trabalho e novas parcerias, a meta é alcançar novos públicos, novos palcos e assim, fazer minha voz ecoar nos 4 cantos do Brasil.
Aguardem. Vocês não vão se arrepender. Valeu?
Forte abraço. Tchau Tchau!
A minha história começa vendo meu avô, Norival Fidelis, conhecido como “Viludinho Compositor” compor e ser campeão de sambas de enredo e terreiro, nos anos 90. Aprendi a fazer música com ele.
Aos 12 anos, tendo ciência que não seria um bom jogador de futebol, decidi que seria um bom músico e desde então estou nessa.
Enquanto rapper, escrevo desde os 12 anos, quando também comecei tocar samba de forma amadora. Aos 14 virei um profissional da música e o samba me levou pras estradas do Brasil. Aos 27, decidi testar esse negócio de cantar minhas músicas. Pedi licença pro samba, dei um passo pro lado e hoje, aos 36, estou prestes a lançar primeiro disco, nomeado:
“Quem Sempre Teve Tudo Nunca Vai Entender”
Em 2021, lancei um EP de nome “AFROMANOTROPICAL”, que me fez chegar em algumas cidades de SP, MG e RJ. Antes e após o EP, alguns singles e feats também foram lançados com artistas como Samuca e a Selva, Bia Ferreira e Vinicius Preto, que me botaram em grandes palcos, como Casa Natura Musical, Circo Voador, Sesc’s Pompeia, Pinheros e Ribeirão Preto e Centro Cultural Rio Verde.
Com a chegada do novo trabalho e novas parcerias, a meta é alcançar novos públicos, novos palcos e assim, fazer minha voz ecoar nos 4 cantos do Brasil.
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