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São inúmeras constatações ao longo da História sobre a relação entre a vida e o movimento, algumas até os colocam como sinônimos. Tendo isso em mente, o músico catarinense Pedro Vulpe lança o EP Move, questionando sobre o que nos move e dissertando nas composições sobre a mudança do que podemos sentir e vivenciar.
É o segundo EP que lança em sua carreira e o primeiro desde que se radicou em São Paulo. “Com certeza eu trato da minha própria mudança nessas músicas, mas tentei não ser o centro dessa obra. Quis tratar das perguntas que podem surgir na cabeça de qualquer pessoa que sente que está dando um passo ao desconhecido.”, conta. “Falo muito sobre os constantes questionamentos - meus e de outros - que experimentei quando estava prestes a provar a paternidade, sobre anseios e dúvidas que senti por conta dela e da vinda para São Paulo. Foi uma espécie de catarse na qual digo o que me faz seguir.”
Às vezes otimista, outrora reflexiva, a sensação agridoce deixada após as cinco faixas constrói a imagem de um artista mais centrado e intuitivo, contando as histórias que o marcaram e deixaram mais afiado, feliz com suas escolhas e pronto para o acaso.
Durante o processo de composição do EP, o músico recorreu a trabalhos de Lô Borges, City & Colour, Leonard Cohen e Glen Hansard, entre outros. A escolha foi recortes da carreira de cada uma destas influências justamente para moldar os arranjos e o tom das gravações.
É o segundo EP que lança em sua carreira e o primeiro desde que se radicou em São Paulo. “Com certeza eu trato da minha própria mudança nessas músicas, mas tentei não ser o centro dessa obra. Quis tratar das perguntas que podem surgir na cabeça de qualquer pessoa que sente que está dando um passo ao desconhecido.”, conta. “Falo muito sobre os constantes questionamentos - meus e de outros - que experimentei quando estava prestes a provar a paternidade, sobre anseios e dúvidas que senti por conta dela e da vinda para São Paulo. Foi uma espécie de catarse na qual digo o que me faz seguir.”
Às vezes otimista, outrora reflexiva, a sensação agridoce deixada após as cinco faixas constrói a imagem de um artista mais centrado e intuitivo, contando as histórias que o marcaram e deixaram mais afiado, feliz com suas escolhas e pronto para o acaso.
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