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<div><font style="vertical-align: inherit;"><font style="vertical-align: inherit;">-</font>-Bicho! Bora montar uma banda pra feira cultural?
Seria um esbandalho se não fosse pura alopração, mas esse foi o jeito mais astuto de lançar um grupo musical. Tudo teve início quando um grupo de amigos do colégio decidiu formar uma banda para a feira cultural da escola, pelo menos uma amostra no fim da feira para se livrar de um seminário explicativo sobre o tema. Ali surgiam as primeiras fagulhas de um grande sonho que iria revolucionar a vida desse trio: Heitor, Rubão e Dayson, que sempre carregaram o espírito do rock nas veias. Ali então, nascia o paradoxo de ideias: Simetria Oposta.
De lá pra cá já são mais de 9 anos de estrada lapidados no açaí com farinha e um tipo de som com base fincada no bom e velho rock n’ roll, porém com uma pitada sensualmente deliciosa do blues de Stevie Ray, Buddy Guy, Jimi Hendrix, dentre outros. Parece leseira, mas unir o condensado e vigoroso rock com o requintado e primoroso blues é nitroglicerina pura. Fato comprovado pela agenda cheia e presença nos principais festivais circunvizinhos da região que a Simetria não consegue diminuir. E nem quer, principalmente depois de lançar “Simetria Oposta” - primeiro álbum da carreira.
Um CD que traz a faixa “Sex and Roll” - trabalho que vem como grande promessa já comprida ao cenário underground, trata sobre uma disputa sensual e envolvente de um casal em um jogo insano, mergulhados em um clima de bares dos anos 60 e trazendo um refrão marcado pelo blues e com guitarras bem distorcidas.
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</font></font></div><br>
Seria um esbandalho se não fosse pura alopração, mas esse foi o jeito mais astuto de lançar um grupo musical. Tudo teve início quando um grupo de amigos do colégio decidiu formar uma banda para a feira cultural da escola, pelo menos uma amostra no fim da feira para se livrar de um seminário explicativo sobre o tema. Ali surgiam as primeiras fagulhas de um grande sonho que iria revolucionar a vida desse trio: Heitor, Rubão e Dayson, que sempre carregaram o espírito do rock nas veias. Ali então, nascia o paradoxo de ideias: Simetria Oposta.
De lá pra cá já são mais de 9 anos de estrada lapidados no açaí com farinha e um tipo de som com base fincada no bom e velho rock n’ roll, porém com uma pitada sensualmente deliciosa do blues de Stevie Ray, Buddy Guy, Jimi Hendrix, dentre outros. Parece leseira, mas unir o condensado e vigoroso rock com o requintado e primoroso blues é nitroglicerina pura. Fato comprovado pela agenda cheia e presença nos principais festivais circunvizinhos da região que a Simetria não consegue diminuir. E nem quer, principalmente depois de lançar “Simetria Oposta” - primeiro álbum da carreira.
Um CD que traz a faixa “Sex and Roll” - trabalho que vem como grande promessa já comprida ao cenário underground, trata sobre uma disputa sensual e envolvente de um casal em um jogo insano, mergulhados em um clima de bares dos anos 60 e trazendo um refrão marcado pelo blues e com guitarras bem distorcidas.
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