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Flavia Santana nasceu no Rio de Janeiro em 04 de março. Iniciou sua vida na música ainda pequena, aos 14 anos já participava de gravações em estúdio do produtor musical Milton Manhães, que lhe rendeu trabalhos com artistas como Mauro Diniz, Almir Guineto, Arlindo Cruz, Sombrinha e Reinaldo (o príncipe do pagode). Foi, realmente, um belo início.
O bisavô foi maestro da conhecida Rádio Nacional, tendo inclusive acompanhado Carmem Miranda em algumas apresentações, o pai (Paulo Santana) e os tios (Jorge e Ângela Santana) foram os primeiros vocalistas da banda da Alcione em 1979, logo em seguida no ano de 1981 participaram do MPB Shell como o grupo Trio Sam, defendendo a canção “Unidos do Dia a Dia” e tempos depois já como o grupo Malakacheta se destacaram com a canção “Mata Papai”, regravada por Exaltasamba, Art Popular e Kaoma. Entretanto, muito mais do que ter a música como profissão, a família tinha o compromisso da música como forma de vida. “Quase todos os dias, por volta das oito da noite, meu pai pegava o violão e cantávamos todos juntos”, relembra Flávia.
Aos 17 anos, pouco tempo depois dos primeiros trabalhos profissionais, assumiu a posição da atriz global Isabel Fillardis no grupo Sublimes, o que lhe rendeu reconhecimento nacional, e daí em diante não parou mais. Já fez trabalhos de composição, “Eu Não Vou”, que foi gravada pelo Fat Family e uma versão para a música “My Cherie Amour”, de Stevie Wonder, que foi gravada pelo próprio grupo Sublimes e por André Leono.
O bisavô foi maestro da conhecida Rádio Nacional, tendo inclusive acompanhado Carmem Miranda em algumas apresentações, o pai (Paulo Santana) e os tios (Jorge e Ângela Santana) foram os primeiros vocalistas da banda da Alcione em 1979, logo em seguida no ano de 1981 participaram do MPB Shell como o grupo Trio Sam, defendendo a canção “Unidos do Dia a Dia” e tempos depois já como o grupo Malakacheta se destacaram com a canção “Mata Papai”, regravada por Exaltasamba, Art Popular e Kaoma. Entretanto, muito mais do que ter a música como profissão, a família tinha o compromisso da música como forma de vida. “Quase todos os dias, por volta das oito da noite, meu pai pegava o violão e cantávamos todos juntos”, relembra Flávia.
Aos 17 anos, pouco tempo depois dos primeiros trabalhos profissionais, assumiu a posição da atriz global Isabel Fillardis no grupo Sublimes, o que lhe rendeu reconhecimento nacional, e daí em diante não parou mais. Já fez trabalhos de composição, “Eu Não Vou”, que foi gravada pelo Fat Family e uma versão para a música “My Cherie Amour”, de Stevie Wonder, que foi gravada pelo próprio grupo Sublimes e por André Leono.
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