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Cantora, compositora, guitarrista, girlfront latina e entusiasta do “faça-você-mesma”, Letty estreia no inverno do interior paulista de 1996.
Bicha da mata e cria de seus desassossegos, desloca-se para a capital de São Paulo em 2015 com seu EP primogênito: “Anywhere But Here”. Fez-ela-mesma, tudo, das
composições à arte da capa, trabalho que logo se frutifica com a participação da artista na segunda edição do Distúrbio Feminino Fest.
Sem dissolver suas singularidades e gostos sonoros ou entusiasmo pelo faça-você-mesma, na nova década Letty nos presenteia com performances impetuosas, emancipatórias e divertidas, festins pela autonomia popular, “revolution, girls style” e sangue menstrual, munição e frutos amadurecidos em sua caminhada enquanto mulher brasileira que desbrava arte independente de nosso século.
(por Layla Loli)
Bicha da mata e cria de seus desassossegos, desloca-se para a capital de São Paulo em 2015 com seu EP primogênito: “Anywhere But Here”. Fez-ela-mesma, tudo, das
composições à arte da capa, trabalho que logo se frutifica com a participação da artista na segunda edição do Distúrbio Feminino Fest.
Sem dissolver suas singularidades e gostos sonoros ou entusiasmo pelo faça-você-mesma, na nova década Letty nos presenteia com performances impetuosas, emancipatórias e divertidas, festins pela autonomia popular, “revolution, girls style” e sangue menstrual, munição e frutos amadurecidos em sua caminhada enquanto mulher brasileira que desbrava arte independente de nosso século.
(por Layla Loli)