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Rapper de boombap lírico, escreve sobre dinheiro, rotina, culpa, ansiedade e afeto num cenário de ônibus lotado, metrô e prédios. Assume o colapso silencioso de quem cumpre o roteiro e questiona tudo sem voz alta.
Em 2026 lança a trilogia produzida por Juce Rock: "O Lagarto", "A Rua Vê" e "Isqueiro" — três atos sobre a cidade que observa de volta. Boombap denso pra ouvir de fone à noite, fechando em trap no último ato.
Começou em 2013 nas oficinas da Brutal Crew (Lapa). Lançou os EPs "<a href="spotify:album:0cEOxTMTNAAFr6KGHghVG7" data-name="Ameaça Fantasma">Ameaça Fantasma</a>" em 2017 e <a href="spotify:album:0XYxKErWWZ2N5cAeyEdLUA" data-name="Arquivo Morto">Arquivo Morto</a> em 2018, ambos boombap.
Entre 2021 e 2024 experimentou trap, drill e grime — hoje transita entre os registros, com o boombap como base: "rap sempre foi meu vício, boombap minha segurança."
Já dividiu faixa e palco com <a href="spotify:artist:1y8yhK12XTLCbWDs4aLgc1" data-name="Xis">Xis</a> no Centro Cultural São Paulo, com o campeão mundial DJ <a href="spotify:artist:7ntlG8Jb2UFaxMKaq81EhX" data-name="Erick Jay">Erick Jay</a> nas pick-ups, e trabalhou com nomes como <a href="spotify:artist:4NOi6526Zq6dqCMXaEN0EW" data-name="Shaodree">Shaodree</a> (SP) e <a href="spotify:artist:0536dOi2J2UZ7GBMx0O4Gv" data-name="Juce Rock">Juce Rock</a> (MG).
Trata boombap como relatório emocional: crônicas de mente em curto-circuito tentando se manter funcional no meio da metrópole. Som pra quem parece em dia por fora, mas sente que a cidade cobra juros em silêncio.
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