Data may be outdated
Last updated: 1 month ago — Click refresh to get the latest statistics.
Com apenas 25 anos, a cantora e compositora pernambucana Marília Parente lançou em 2019, seu primeiro disco, “Meu céu, meu ar, meu chão e seus cacos de vidro”. Co-produzido pela artista em parceria com os músicos Juvenil Silva e D’Mingus, o trabalho reúne dez faixas em um universo onde os ritmos e timbres nordestinos podem encontrar um caminho para a renovação com a ajuda das linguagens do rock n’roll e da música oriental.
Tomando a estrada como metáfora e fio condutor que orienta a narrativa poética do disco, a artista recorre à voz- marcadamente influenciada pelo canto dos vaqueiros, das rezadeiras de seu Cariri e por artistas como Marinês, Amelinha e Elba Ramalho- como veículo para transitar pela fronteira que existe entre o rock n’roll e os ritmos e escalas nordestinas e orientais. É o regional que busca se tornar mais universal, com o intuito de abandonar a posição de folclórico. “A única coisa permanente na cultura popular é sua inevitável e necessária transformação, porque ela é pulsante, viva, cotidiana. Tentar aprisioná-la a um olhar de exotismo, a essa bandeira difusa de “preservação do forró”, é matá-la, porque ela acaba se traduzindo em produções ‘caretas’. Exaltar nossa nordestinidade, recebendo a influência do contexto em que vivemos, é uma atitude política de resistência”, defende Marília. Fotos : Renê Porfírio
Tomando a estrada como metáfora e fio condutor que orienta a narrativa poética do disco, a artista recorre à voz- marcadamente influenciada pelo canto dos vaqueiros, das rezadeiras de seu Cariri e por artistas como Marinês, Amelinha e Elba Ramalho- como veículo para transitar pela fronteira que existe entre o rock n’roll e os ritmos e escalas nordestinas e orientais. É o regional que busca se tornar mais universal, com o intuito de abandonar a posição de folclórico. “A única coisa permanente na cultura popular é sua inevitável e necessária transformação, porque ela é pulsante, viva, cotidiana. Tentar aprisioná-la a um olhar de exotismo, a essa bandeira difusa de “preservação do forró”, é matá-la, porque ela acaba se traduzindo em produções ‘caretas’. Exaltar nossa nordestinidade, recebendo a influência do contexto em que vivemos, é uma atitude política de resistência”, defende Marília. Fotos : Renê Porfírio
Monthly Listeners
113
Monthly Listeners History
Track the evolution of monthly listeners over the last 28 days.
Followers
634
Followers History
Track the evolution of followers over the last 28 days.
Top Cities
30 listeners
13 listeners
6 listeners
6 listeners
5 listeners