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"Quando Luiz raspa o arco na rabeca e corre os dedos pelo braço do instrumento, saltam aos ouvidos a precisão, leveza e agilidade do seu toque e a elegância, força e balanço das músicas que correm soltas no seu juízo. Quem já o ouviu certamente guarda seu estilo e sonoridade na memória e é capaz de reconhecê-lo imediatamente, numa audição desavisada." (Caçapa - compositor, arranjador, produtor musical e violeiro, nascido no Recife)
Filho de agricultores e de família de músicos, Luiz Paixão é natural de Engenho Palmeira, município de Aliança, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Começou a trabalhar aos oito anos de idade cortando cana-de-açúcar com o pai, Odilon Paixão, e a troco de uma galinha conseguiu a sua primeira rabeca. Seu avô, Severino Paixão, de quem herdou o nome artístico, e os tios Manoel e Antônio tocavam rabeca; o pai, Odilon, tocava triângulo; e um primo de segundo grau, Zé Alves, era um dos rabequeiros mais famosos e admirados na região. Sempre conciliando o trabalho no campo com as longas noites em claro, muito bem gastas puxando baianos e toadas em bancos de cavalo marinho e solando em grupos de forró, em 1998 “abandona o campo” de vez para empunhar a sua rabeca em palcos, festivais, cursos e oficinas. Entre os discos lançados, incluem “Pimenta com Pitú” (2005) e “A Arte da Rabeca" (2013), além de participações em “Zunido da Mata” (2002), de <a href="spotify:artist:30qZQIUjlWSlqBK3F0xP2v" data-name="Renata Rosa">Renata Rosa</a>, “Cavalo Marinho” (2003), de Musique Du Monde e a compilação “Música dos Rabequeiros” (2003).
Filho de agricultores e de família de músicos, Luiz Paixão é natural de Engenho Palmeira, município de Aliança, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Começou a trabalhar aos oito anos de idade cortando cana-de-açúcar com o pai, Odilon Paixão, e a troco de uma galinha conseguiu a sua primeira rabeca. Seu avô, Severino Paixão, de quem herdou o nome artístico, e os tios Manoel e Antônio tocavam rabeca; o pai, Odilon, tocava triângulo; e um primo de segundo grau, Zé Alves, era um dos rabequeiros mais famosos e admirados na região. Sempre conciliando o trabalho no campo com as longas noites em claro, muito bem gastas puxando baianos e toadas em bancos de cavalo marinho e solando em grupos de forró, em 1998 “abandona o campo” de vez para empunhar a sua rabeca em palcos, festivais, cursos e oficinas. Entre os discos lançados, incluem “Pimenta com Pitú” (2005) e “A Arte da Rabeca" (2013), além de participações em “Zunido da Mata” (2002), de <a href="spotify:artist:30qZQIUjlWSlqBK3F0xP2v" data-name="Renata Rosa">Renata Rosa</a>, “Cavalo Marinho” (2003), de Musique Du Monde e a compilação “Música dos Rabequeiros” (2003).
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