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O álbum “Bagunça” de Pepe Bueno & Os Estranhos, tem produção de Gabriel Martini e Pepe Bueno, gravado no Orra Meu Estúdios e no Área 13 Estúdios, conta com 8 faixas entre autorais e releituras, como pode ser percebido já na segunda faixa do disco, “Baião Blues” (Pepe Bueno/ Xande Saraiva/Chico Suman) na mistura de rock com baião, seguindo pela faixa título a balançada “Bagunça” (Pepe Bueno, Marcio Gonçalves e Vagner Nascimento), e no rock rural “Caipira Pira” (Pepe Bueno/Cezar de Mercês).
Pepe segue bem eclético no seu novo trabalho, como mostra na primeira faixa autoral “Discou”, uma mistura de rock com disco music, e nas releituras da balada gravada por Roberto Carlos, “Agora Eu Sei” (Edson Ribeiro/Helena dos Santos) e “Dentadura Postiça” de Raul Seixas, esta última cantada em espanhol pelo vocalista do Raíces de América, Fabian Famin, e o rock pesado de “Nada Concreto” (Pepe Bueno/ Fabian Famin/Xando Zupo), traz riffs fortes de guitarra.
Finalizando o disco a faixa “Coração Devaneio”, uma das músicas inéditas do álbum, que teve a letra composta por Xande Saraiva, fala sobre desigualdade social, racismo, fome e realidade brasileira sob o ponto de vista de um violeiro do interior, que não tem muita clareza sobre sua própria ideologia, ao mesmo tempo anda pelo país todo apenas vivendo e cantando. Demostrando bem que a banda Pepe & Os Estranhos está em um momento super plural da carreira.
Pepe segue bem eclético no seu novo trabalho, como mostra na primeira faixa autoral “Discou”, uma mistura de rock com disco music, e nas releituras da balada gravada por Roberto Carlos, “Agora Eu Sei” (Edson Ribeiro/Helena dos Santos) e “Dentadura Postiça” de Raul Seixas, esta última cantada em espanhol pelo vocalista do Raíces de América, Fabian Famin, e o rock pesado de “Nada Concreto” (Pepe Bueno/ Fabian Famin/Xando Zupo), traz riffs fortes de guitarra.
Finalizando o disco a faixa “Coração Devaneio”, uma das músicas inéditas do álbum, que teve a letra composta por Xande Saraiva, fala sobre desigualdade social, racismo, fome e realidade brasileira sob o ponto de vista de um violeiro do interior, que não tem muita clareza sobre sua própria ideologia, ao mesmo tempo anda pelo país todo apenas vivendo e cantando. Demostrando bem que a banda Pepe & Os Estranhos está em um momento super plural da carreira.
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