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O Rócna é formado por três músicos com muita estrada. O guitarrista, vocalista e compositor Guilherme Pereira, também conhecido como Guilherme Gagui, é figura tarimbada na música brasiliense desde a década de 80. Foi fundador de grupos que alcançaram repercussão, como o Spigazul e o The William Breadman Project. O baixista Wellington Lopes passou por uma série de bandas, como Golpe 64, Post’ Alma Blues, Brejo Sideral, Greta Garbo e 2Rios. Já o baterista Daniel Moscardini sempre tocou em alguma banda desde a sua adolescência. É professor de Bateria e tem uma escola onde transmite seus conhecimentos. Em 2014, lançou o DVD Metal Techniques.
O Power trio se inspira em grandes bandas para criar som poderoso; letras têm como um dos autores Carlos Pinduca, ex-Maskavo Roots e Élcio Mendonça Junior, ex-The William Breadman Project.
Guilherme, Wellington e Daniel começaram a tocar juntos em 2016, na Hemera, que tinha como vocalista Sol Leles. O quarteto chegou a gravar o álbum Quebrando os Elos, sob produção de Philipe Seabra, cantor e guitarrista da Plebe Rude.
Com a saída da cantora, os remanescentes decidiram continuar na trilha do puro rock, formando, em 2019, o Rócna, agora com Guilherme nos vocais. O nome adotado teve inspiração na palavra Ócna, denominação de uma planta invasora que se alastra facilmente. “A ideia é alastrar a nossa música, invadindo os equipamentos de som da galera. O R foi colocado para o nome ficar mais sonoro”, explica Guilherme.
O Power trio se inspira em grandes bandas para criar som poderoso; letras têm como um dos autores Carlos Pinduca, ex-Maskavo Roots e Élcio Mendonça Junior, ex-The William Breadman Project.
Guilherme, Wellington e Daniel começaram a tocar juntos em 2016, na Hemera, que tinha como vocalista Sol Leles. O quarteto chegou a gravar o álbum Quebrando os Elos, sob produção de Philipe Seabra, cantor e guitarrista da Plebe Rude.
Com a saída da cantora, os remanescentes decidiram continuar na trilha do puro rock, formando, em 2019, o Rócna, agora com Guilherme nos vocais. O nome adotado teve inspiração na palavra Ócna, denominação de uma planta invasora que se alastra facilmente. “A ideia é alastrar a nossa música, invadindo os equipamentos de som da galera. O R foi colocado para o nome ficar mais sonoro”, explica Guilherme.
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