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Poderia ter sido um quarteto, ter durado apenas um mês, acabado em brigas ou no esquecimento da juventude, mas não foi assim que conteceu. Numa janela pegando fogo (literalmente), em meados de 2011, inspirações fluíam e davam forma ao som peculiar de um trio de amigos, que ao mesmo tempo tentava apagar o pequeno incêndio. A partir daí qualquer um pode prever o que acontece: ensaiar, pagar pra tocar aqui e acolá e, por fim, conseguir (ufa!) custear a gravação do primeiro disco. E foi quase isso mesmo. Mas antes é preciso falar sobre a evolução sonora mesclada por integrantes que ali entraram ou até mesmo saíram. Durante o processo de composição houve uma espécie de pororoca; encontros criativos de vertentes inusitadas, reflexões, influências musicais e desavenças. Tudo isso foi combustível para letras, melodias e histórias lúdicas contadas por Pedro Caldara, vocalista e guitarrista do trio desde a formação . Nesse contexto a temática se voltou para o cotidiano dos integrantes; assuntos corriqueiros, desilusões amorosas, crítica social e política e até mesmo incidentes pirotécnicos. Com algumas bolhas nos dedos e suor nos instrumentos começaram a agregar fãs e tocar cada vez mais pelas cidades vizinhas, adquirindo experiência e confiança. Está na hora de um disco, disse Paulo Maganinho, baixista do grupo.
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