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Aos 27 anos, voluntariamente filiado à bossa nova (e por ela carinhosamente adotado), mas também muito identificado com o samba, Theo Bial chega ao terceiro álbum da carreira solo com um projeto de intérprete. O escolhido para a homenagem não é qualquer um, nem poderia ser. Depois de “Vertigem” (2022) e “Neo-Bossa” (2023), o cantor e compositor carioca se joga em releituras de Chico Buarque, um nome que carrega fortes laços bossanovistas, mas que sempre, assim como João Gilberto, se viu fazendo samba.


Em 2024, já a partir da amizade com Raoni, veio, o show voltado só para material de Chico, com direção da mãe de Raoni, Analimar Ventapane (cantora, produtora, percussionista, filha de Martinho), juntamente com Martinho Filho e Mart’nalia. Depois de temporadas de sucesso no Blue Note Rio (em junho) e no Blue Note São Paulo (setembro), ainda rolou em novembro uma participação de Theo no show da Nova Orquestra com Clara Buarque, no festival Rock the Mountain, em Itaipava.


Acompanhado por grandes músicos de outras gerações (Adriano Giffoni, Adriano Souza) e representantes de linhagens nobres do samba, o álbum traz participações especiais (com status de feat.) de jovens talentos como o cantor Vidal Assis e o violonista Vinícius Guimarães.

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