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Imagina uma mistura de Noel Rosa com Rodrigo Amarante, temperada com pitadas da poesia de Aldir Blanc. Talvez o resultado seja algo parecido com Luca Argel. E falando em poesia, sua trajetória começa justamente com a publicação do seu primeiro livro de poemas, em 2012, ainda no Rio de Janeiro, sua cidade natal. Logo depois, uma súbita mudança para Portugal acaba por despertar novos caminhos. Saem os álbuns que lançaram as bases do seu estilo de canção e interpretação, muito elogiados pela inteligência das letras e pela doçura da voz. Em Portugal absorve novas influências, como o compositor Manel Cruz, e estabelece parcerias, como A Garota Não. Em 2021, sua referência maior, o samba, recebe uma grande homenagem com o álbum conceitual "Samba de Guerrilha". Além de cantar, Luca Argel tomou gosto por contar histórias através da música, e daí nasceu também Sabina, em 2023. São trabalhos que resgatam memórias e recriam sonoridades tradicionais do Brasil, porém radicalmente transformadas e atravessadas por influências. O meio do caminho entre o mundo dos sons e das palavras, é onde habita Luca Argel.

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