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Formados em 2018 na cidade do Porto e provenientes do coletivo O Bergado, Tiago e os Tintos têm na sua origem um projeto a solo do vocalista, Tiago Faria. Este, que sempre fez as suas canções a pensar numa banda, fez o convite – Bruno Duarte (Terebentina; Gota), Luís Gigante (Terebentina; Gota) e Miguel Ferreira (Terebentina; Gota) aceitaram-no. Inicialmente pensada como mera banda de apoio para um único concerto, os Tintos, como assim se auto intitularam, rapidamente assumiram um forte papel criativo nas composições.
De inúmeras influências, coisa própria dessa geração dos 90's, os seus membros encontraram um ponto em comum na sua adoração por música punk. É essa a estética, algo atenuada por estruturas maioritariamente pop e conciliada com as letras de origem largamente autobiográfica, quase diarística, do seu vocalista, que percorre o seu primeiro álbum.
“O ecoar d’uma sirene”, primeiro trabalho da banda – gravado entre fevereiro e abril de 2019, no Quarto Escuro, no Porto, por Ricardo Cabral (Baleia Baleia Baleia), produzido por João Sarnadas (Coelho Radioactivo) e masterizado por Pedro Ledo (Miami Flu, Lululemon) – foi agora editado em novembro de 2021, numa colaboração entre as editoras Berga Malhas e Saliva Diva.
De inúmeras influências, coisa própria dessa geração dos 90's, os seus membros encontraram um ponto em comum na sua adoração por música punk. É essa a estética, algo atenuada por estruturas maioritariamente pop e conciliada com as letras de origem largamente autobiográfica, quase diarística, do seu vocalista, que percorre o seu primeiro álbum.
“O ecoar d’uma sirene”, primeiro trabalho da banda – gravado entre fevereiro e abril de 2019, no Quarto Escuro, no Porto, por Ricardo Cabral (Baleia Baleia Baleia), produzido por João Sarnadas (Coelho Radioactivo) e masterizado por Pedro Ledo (Miami Flu, Lululemon) – foi agora editado em novembro de 2021, numa colaboração entre as editoras Berga Malhas e Saliva Diva.