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<a href="spotify:artist:3x7CEY7CvKZDeVLJ3XGiBw" data-name="Abel">Abel</a> é um artista de espírito livre que nasce entre versos afiados, batidas e fotografia. Diretamente da Vila Primavera, na Zona Leste de São Paulo, sua caminhada na música começou por volta de 2018, transposto pela força da poesia marginal e pelo incentivo da família que o apresentou ao universo da arte como uma forma de expressão verdadeira. No começo, suas maiores referências eram <a href="spotify:artist:5deK5HnwbEKvge2svL0i0B" data-name="Sabotage">Sabotage</a> e <a href="spotify:artist:29CQLw9uLWsl8Qkz9holfr" data-name="Racionais MC's">Racionais MC's</a> e <a href="spotify:artist:44A7vIMeuMh3AhjFTkj8B5" data-name="Síntese">Síntese</a>, vozes que moldaram sua visão de mundo e afiaram sua escuta profundamente.
Com o tempo, <a href="spotify:artist:3x7CEY7CvKZDeVLJ3XGiBw" data-name="Abel">Abel</a> expandiu seus caminhos e sua sonoridade. Trap, Drill, Funk, Mandelão — cada gênero foi abrigo temporário para sua inquietação criativa. Ganhou notoriedade com o disco "MANDELA GRIME Vol.2", onde funde o peso do Mandelão com a energia urbana do Grime britânico, criando uma estética sonora única, híbrida e futurista.
Hoje, após experimentar várias linguagens, retorna às raízes do boombap com maturidade e propósito, sem jamais perder a essência da rua. Suas letras seguem pulsando a realidade da quebrada em todas as suas formas: luta, afeto, resistência, fé e sobrevivência.
Produtor das próprias batidas e autodidata na sua caminhada, também expressa seu olhar através da fotografia analógica, conectando imagem e som em um processo criativo onde as capas das músicas nascem de suas próprias lentes.
Mais do que artista, <a href="spotify:artist:3x7CEY7CvKZDeVLJ3XGiBw" data-name="Abel">Abel</a> é linguagem viva da periferia, Corinthiano malokeiro e sofredor, um verdadeiro ser múltiplo, real pra caralho e em constante transformação.
Com o tempo, <a href="spotify:artist:3x7CEY7CvKZDeVLJ3XGiBw" data-name="Abel">Abel</a> expandiu seus caminhos e sua sonoridade. Trap, Drill, Funk, Mandelão — cada gênero foi abrigo temporário para sua inquietação criativa. Ganhou notoriedade com o disco "MANDELA GRIME Vol.2", onde funde o peso do Mandelão com a energia urbana do Grime britânico, criando uma estética sonora única, híbrida e futurista.
Hoje, após experimentar várias linguagens, retorna às raízes do boombap com maturidade e propósito, sem jamais perder a essência da rua. Suas letras seguem pulsando a realidade da quebrada em todas as suas formas: luta, afeto, resistência, fé e sobrevivência.
Produtor das próprias batidas e autodidata na sua caminhada, também expressa seu olhar através da fotografia analógica, conectando imagem e som em um processo criativo onde as capas das músicas nascem de suas próprias lentes.
Mais do que artista, <a href="spotify:artist:3x7CEY7CvKZDeVLJ3XGiBw" data-name="Abel">Abel</a> é linguagem viva da periferia, Corinthiano malokeiro e sofredor, um verdadeiro ser múltiplo, real pra caralho e em constante transformação.
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