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<a href="spotify:artist:4h2l7TxC4HEuikgsHG6wM0" data-name="Fingertips">Fingertips</a> Os Fingertips são uma das bandas pop mais duradouras de Portugal, reconhecidos pela escrita emocional, grandes melodias e uma carreira que já atravessa mais de duas décadas. A sua estreia deu-se em 2003 com “Melancholic Ballad (For The Leftlovers)”, um tema que se tornou um clássico da rádio portuguesa e que apresentou a combinação única da banda: intimidade e pop de grande escala. Seguiram-se êxitos como “Picture of My Own”, “Cause To Love You” e “Do It (Magic Colors)”, que consolidaram o seu lugar como uma das vozes mais marcantes da sua geração.
Ao longo dos anos, os Fingertips reinventaram-se, passaram por novos capítulos criativos, atuaram no Rock in Rio, abriram concertos para ícones como Queen e George Michael, lançaram discos aclamados e levaram a sua música a palcos na Europa, Ásia e Estados Unidos. A sua sonoridade manteve sempre um equilíbrio entre emoção profunda e uma estética moderna.
Depois de celebrarem 20 anos de carreira, a banda entrou num novo ciclo criativo com “Heaven in My Hell”, seguido de “MUSK” e “Time Machine”, aprofundando a sua identidade sonora.
Agora regressam com “I Can Still Love”, uma canção que traz o slow de volta ao centro das atenções. Nostálgica mas virada para o futuro, junta duas gerações: a que cresceu a dançar slows e a que nunca viveu esse momento.
Duas décadas depois, os Fingertips continuam comprometidos com uma única missão: criar música pop que liga pessoas de coração aberto.
Ao longo dos anos, os Fingertips reinventaram-se, passaram por novos capítulos criativos, atuaram no Rock in Rio, abriram concertos para ícones como Queen e George Michael, lançaram discos aclamados e levaram a sua música a palcos na Europa, Ásia e Estados Unidos. A sua sonoridade manteve sempre um equilíbrio entre emoção profunda e uma estética moderna.
Depois de celebrarem 20 anos de carreira, a banda entrou num novo ciclo criativo com “Heaven in My Hell”, seguido de “MUSK” e “Time Machine”, aprofundando a sua identidade sonora.
Agora regressam com “I Can Still Love”, uma canção que traz o slow de volta ao centro das atenções. Nostálgica mas virada para o futuro, junta duas gerações: a que cresceu a dançar slows e a que nunca viveu esse momento.
Duas décadas depois, os Fingertips continuam comprometidos com uma única missão: criar música pop que liga pessoas de coração aberto.
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