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Nascida em Salvador e radicada no Rio de Janeiro, Mariene de Castro despontou no cenário musical brasileiro identificada como uma força da natureza. Roque Ferreira - seu conterrâneo e um dos compositores preferidos da cantora - intuiu certa vez que Mariene nunca subia ao palco sozinha: alguma força superior entrava com ela em cena e impregnava sua música. Calcada em tradições afro-brasileiras e do candomblé, trazendo na instrumentação referências de várias nações africanas, influências indígenas, do samba de roda, chulas, coco, maracatu, ijexá e jongo, o trabalho de Mariene reverencia a cultura popular, assim como resgata a memória musical que ela traz de suas raízes ancestrais.
Aos cinco anos, ela já se apresentava em espetáculos de Ballet no Teatro Castro Alves, em Salvador. De família musical e interiorana, ela convivia com os discos de Dalva de Oliveira, Pixinguinha, Luiz Gonzaga e Dorival Caymmi, enquanto tomava contato com samba de roda. Ao fazer o seu primeiro show solo, no Pelourinho, produtores franceses se encantaram por Mariene e a convidaram para uma turnê por 20 cidades da França, chegando a ser comparada pela crítica local à cantora Edith Piaf.
Já ganhou o Prêmio TIM de Melhor Disco Regional com “Abre Caminho” e brilhou como a voz que embalou a festa de encerramento das Olimpíadas de 2016. Na televisão, Mariene, que teve uma música com grande destaque na trilha sonora de Lado a Lado, estreou como atriz na novela Velho Chico, interpretando a personagem Dalva.

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